




























































Mas se quebrar, tem jeito. Uma boa corrente, de uma marca de qualidade, compatível com todo o conjunto, normalmente não quebra. Porém, com o tempo ela vai esticando, aí começa a pular, as marchas já não são mais precisas, então é hora de trocar mesmo. Caso já tenha sido usada por um tempo prolongado, avalie se o cassete também deve ser trocado. Provavelmente os dentes já estão gastos também e a nova corrente não vai se encaixar perfeitamente durante o giro. Nesse caso, troque o sistema todo.
Se o seu caso for simplesmente azar, pedras ou detritos da rua podem entrar entre a corrente e o cassete e, com a força da pedalada, arrebentar com tudo. Nesse caso, sente e chore, ou melhor, trate de consertar o estrago.

Agora, se você tem o hábito de trocar marchas enquanto coloca a força no pedal, aí vira abuso. Com um esforço muito grande em apenas um pequeno número de elos enquanto eles se movimentam lateralmente para trocar de marcha, não há corrente que não grite. Tudo bem que você tem que estar pedalando para trocar de marcha, mas trocar sob pressão muito alta o elo pode não agüentar e torcer. Antecipe a troca de marchas, principalmente durante a subida, dando um pouco mais de velocidade para que você possa aliviar momentaneamente os pedais para fazer a troca.
Para prolongar a vida útil da sua corrente, nada como uma boa lubrificada, regularmente. Elos limpos e com óleo vão deslizar melhor uns sobre os outros e espalhar a carga geral vinda do pedal. Excesso de óleo é tão ruim quanto a sua falta. Correntes grudentas acumulam pó e areia, aumentando o desgaste durante o uso. Use apenas uma fina camada de óleo, limpe o excesso.

A limpeza deve ser feita com a roda traseira instalada e com o cassete já limpo. Use uma escova de corrente, ou aquela velha escova de dentes que você nem usa tanto. Se estiver muito sujo, molhe a escova em querosene, porém seque em seguida. Depois de bem limpa, lubrifique.

Boa pedalada, até a próxima!!!
Neste domingo, voltei de quase 1 mês sem pedal. Andei de leve no sábado, uns 10 km, só pra desenferrujar. No domingo dei uma volta na cidade. Saí da Tijuca, subi Alto da Boa Vista, até a entrada da Floresta, desci em direção à Barra. Fiquei 1 hora na praia, água mansa, boa temperatura, vento fraco, sol espetacular. Voltei subindo o Joá, depois a Niemeyer, cheguei no Leblon e fiz a orla toda até o Aterro do Flamengo. Cruzei o centro e cheguei novamente na Tijuca.




Mas de todo o passeio, tenho que destacar aquele trecho que sempre, sempre, acho o mais fantástico, que somente de bicicleta e, talvez, a pé, alguém possa desfrutar.
A gente anda ali, no cantinho, espremido pelos ônibus de turismo que insistem em passar e por um ou outro carro. Porém, a alguns centímetros da mureta, o verde da vegetação, misturado ao marrom da rocha. Uma rocha colorida pela erosão do vento e do sal, misturada com o excremento das aves que solidificam, fossilizam, se integram ao natural listrado que chega no mar. Chega na espuma branca que bate nas pedras, empurrada pelo azul, que ora é verde, que ora recebe o mergulho de uma gaivota ou o salto de um peixe. As ondas vêm em bloco e fazem raios paralelos que se movem em compasso. Lá atrás, no horizonte, o azul muda de tom para o claro, virando céu, no domingo, sem nuvens. Uma ilha ou outra, um barco ou outro, não importa.
Em cada pedalada um ângulo novo, um vento que passou e não volta. Uma gota de suor atrás da outra, temperando de sal uma das experiências visuais mais fantástica da Zona Sul do Rio.
Quem não quer cair não pode andar de bike. Minha média é uma queda por ano, até agora variando entre as muito bobas inofensivas e as simples com poucos arranhões, nada graves. Porém, já vi vários casos de quedas graves, com fraturas e conseqüências mais longas. A melhor prevenção, (sem querer chover no molhado e deixar a pista escorregadia) é andar dentro dos limites de segurança e usar capacete e luvas. Vários capacetes se quebraram no lugar de cabeças e luvas se rasgaram no lugar das palmas das mãos. Sem cabeça e sem mãos firmes, você não consegue voltar pra casa, nem com a bike funcionando.
Quando o tombo for inevitável, normalmente as mãos e os joelhos, esses últimos normalmente sem proteção, tocam primeiro o solo. Por isso, alguns procedimentos de primeiros-socorros devem ser tomados para tratar possíveis ferimentos, antes que de simples eles infeccionem e se transformem em graves.
Se o acidente for sério, com fratura ou muita dor, chame alguém especializado, uma ambulância ou um médico. Não se deve mexer em um acidentado grave. Se for um corte profundo, com muito sangramento, lave-o e faça uma compressa com gaze, lenço ou um pano limpo, evitando os muito absorventes, como toalhas.
Se for uma queda simples, com cortes ou arranhões, é importante lavar bem o machucado, de preferência com água limpa e sabão. Atenção para as mãos que vão lavar, pois não podem estar sujas de graxa, devem ser bem lavadas antes, senão é infecção na certa. Caso não tenha sabão, use pelo menos água limpa.
Outra opção é usar um pouco de “água oxigenada” (peróxido de hidrogênio a 3%), que é um anti-séptico, ou seja, inibe a infecção por bactérias ou germes.
Deixe o locar limpo, descoberto e seco. Ao chegar em casa, lave novamente com água e sabão. Você pode usar pomadas ou anti-sépticos, porém o ideal é que o ferimento fique sempre aberto, pois abafado pode acumular secreções naturais. Se precisar fazer um curativo para não manchar a roupa, retire-o sempre ao chegar em casa, mantendo o local limpo e seco.
NÃO ESQUECE DO CAPACETE E DA LUVA! Bom pedal e fique pronto pra outra!
Último post do ano, ficam para trás a lama, os respingos de óleo nas costas da camisa, o suor, as correntes quebradas, os pneus furados e, quem sabe, uma queda ou outra. Vida normal de qualquer um, em qualquer lugar.









Mountain Bike ou Speed? Sonho de consumo é ter as duas, uma para subidas ou se enfiar no mato, outra para voar no asfalto plano. Mas se você mora em uma cidade como o Rio de Janeiro, onde trechos de cliclovia plana se misturam ao asfalto muitas vezes irregular ou a subidas espetaculares como o Corcovado, Sumaré, Paineiras, Floresta da Tijuca, sendo pela Vista Chinesa, pela Estrada das Canoas, pelo Alto da Boa Vista, Santa Tereza ou Laranjeiras, enfim, a Mountain Bike parece a melhor pedida.
discos. Ficando o menor com 11 dentes e o maior com 23 você já tem uma boa relação, podendo ir a 28, o que vai potencializar suas subidas.






Até a próxima!!!
Pedalar de óculos está longe de ser algo relacionado à estética ou ao estilo do ciclista, é item de segurança básico.
Os mais indicados são os esportivos, com curvatura para proteger a lateral dos olhos. Bom se tiverem o final da haste e o apoio no nariz emborrachados, para fixar quando o rosto estiver suado. Se tiverem fissuras na parte superior da armação, também evita que as lentes embacem frente ao calor do rosto em contraste com o vento mais frio.
Os preços variam bastante de acordo com o modelo. Se forem óculos de grau, sugiro dar uma conferida nos modelos da Optical Nerve, na faixa de R$200,00. Uma alternativa bem barata são óculos vendidos em lojas de EPI - Equipamentos de Proteção Individual. Essas lojas vendem equipamentos de proteção para indústrias, entre eles óculos para soldadores. Já existem alguns modelos com design similar a um esportivo, proteção UV e boa visibilidade com pouca luz, no caso de túneis. Estou usando um destes, comprado no preço de R$10,00. Isso mesmo, dez reais!
Depois de mais de um mês sem uma pedalada por aqui, é hora de desenferrujar. Da mesma forma a bike, que também precisa de manutenção, principalmente se estiver parada por algum tempo.
Freios (sapata ou disco)
Câmbio
Corrente
Selim (banco)
Pneus
Limpeza geral da bike
Arojo, adrenalina e superação são palavras comuns aos ciclistas de plantão. Porém, para aqueles que aplicam a criatividade e a versatilidade em tudo que praticam, andar de bicicleta também é uma ótima opção, ainda que de forma inusitada.
A Cobi-7 é um triciclo pedalado por 7 ciclistas ao mesmo tempo. Uma pessoa guia e as demais pedalam. Ideal para reuniões de trabalho ao ar livre, apresentações de mestrado, debates, aulas ou análise em grupo. (http://www.conferencebike.com/)
A Sideways Bike é a opção para andar de lado na bicicleta. Com dois guidões independentes, que controlam cada uma das rodas, o sistema de corrente passa por 5 roldanas para fazer o veículo andar. Sinceramente, não sei dizer para que serve andar de lado na bike, porém, deve ser ótimo para quem gosta de variar de posição. (http://www.sidewaysbike.com/)
A SwissBikeBoard é a tradução da versatilidade. Com ela é possível praticar snowboard, fazer trilhas off-road ou ainda planar na água. É só trocar os elementos e botar pra rodar. Vem com um motor que atinge até 22km/h na terra ou asfalto. Se na sua cidade neva ou chove torrencialmente de uma hora para outra, é uma pedida imperdível. (http://www.swissbikeboard.com.au/)

Por ter o a suspensão da frente mais alta, a bike de DH tem uma inclinação para trás, o que reduz a probabilidade do ciclista cair para a frente durante o percurso.


















BOA PEDALADA!!!
Tem gente que é criança e nunca andou, gente que não é mais criança e gente que não anda desde que era. Tanto faz, aprender ou voltar a andar é muito mais fácil do que parece.
São tantos modelos e acessórios disponíveis no mercado, que escolher a sua bike ideal nem sempre é uma tarefa das mais fáceis.
Longe dos tempos que carruagens Reais subiam a serra, levando a corte portuguesa até o clima mais frio de Petrópolis, fomos em caravana de bike e em chão de paralelepípedo.









Até a próxima!
Neste Domingo não tivemos subida de Petrópolis, como planejado, por causa das chuvas. Sendo assim, para não perdermos a viagem até aqui, vamos falar de pneus de bike.



A maioria absoluta de pneus de mountain bike possui a medida de diâmetro 26 polegadas (26"). Quer dizer que o diâmetro interno do pneu (e do aro) tem aproximadamente 66 cm.
Também na lateral do pneu, está impresso a pressão “mínima – máxima” recomendada.

Foi interessante conhecer os canhões girados à mão desde sua instalação, em 1894, até os dias de hoje como exercício para a tropa. Girar, mas atirar jamais. Foram só 2 tiros durante a história, mesmo assim comemorativos. Segundo o guia, os canhões acertam Copacabana, sem precisão. Deve ser algo como mirar no Forte do Leme e acertar na roda gigante da Skoll, do outro lado, no Forte Copacabana.
Não teve jeito, a volta foi por Itaipú e pela loooonga subida até o Largo da Batalha. Depois de visitar Fortes e conhecer canhões, passamos pelo Largo da Batalha. Essa subida é interessante porque, de automóvel, a relação de marchas vai diminuindo à medida que subimos, devido à longa inclinação. De bike não dá para reduzir, já começa em baixa, porém, de tanto líquido que perdemos suando, com certeza ficamos mais leves metro a metro.
Semana passada fizemos a mesma subida no passeio até a praia de Itacoatiara. Lá paramos para mergulhar um pouco, pegar um pouco de sol e disfarçar, também um pouco, as marcas que bermudas e camisas deixam nos braços e pernas de ciclistas no mundo inteiro. É típico, junto com os ferimentos nos joelhos e as eventuais marcas de corrente na perna direita.
O sal do mar não atrapalha tanto a volta para casa. Normalmente, o suor retira o sal rapidamente, nem incomoda. Para os homens, se for possível, retire short ou sunga molhados e volte somente com a bermuda de ciclismo, se você tiver. Evita o atrito e descarta assaduras. A bermuda já vem com proteção, até dispensa outras roupas de baixo sem problema algum. Dizem que, aliás, é recomendado para longos trajetos, 100km para cima. No caso das mulheres, não perguntei para nenhuma, mas imagino que também seja mais confortável não usar nada por baixo. Se alguém souber, pode comentar.
Bike revisada é fundamental. Pneus calibrados ao sair de casa, câmera reserva, kit de reparos para câmeras, bomba de ar, ferramentas e água. Sempre é possível parar para comer algo ou se hidratar, porém carregar a própria garrafinha d'água é muito útil e traz segurança psicológica. Existem algumas garrafas que são "térmicas", o que significa que sustentam a temperatura da água por mais tempo. Não custam caro, vale à pena conferir.
Capacete é vital e luva é importante para proteger as mãos em caso de queda. Em um passeio no início do ano, 3 companheiros experientes foram até Magé, porém um buraco na estrada provocou um desvio inesperado, houve encontrão de rodas e ... chão! Um dos ciclistas girou e voou de costas no asfalto. O capacete se estilhaçou, além do celular, da câmera e da camisa, que rasgou. Sem capacete, não teria mais esse companheiro pra confirmar a história. "Alexandre, se ler isso, deixa a confirmação no comentário!".
Semana que vem é carnaval. Divirtam-se e cuidado com os ciclistas nas ruas!
Esse post não é testemunho, porque eu não fui. Mas vale como homenagem aos que foram e incentivo aos que acham impossível chegar.
"A volta da serra foi show... principalmente no trecho final do 1º dia, quando paisagens incríveis nos surpreenderam e renovaram o ânimo de todos os intrépidos. E do alto da subida mais difícil, ao olharmos
chumbo... Inesquecível!
domingo, já que percebi claramente que o meu rendimento para o 2º dia seria muito abaixo da média... Enfim, continuo aprendendo com todos vocês e descobrindo a cada dia que as pedaladas envolvem algo muito maior do que a técnica, o preparo físico, o planejamento ou todos os equipamentos que tanto colaboram para o sucesso de uma aventura... Na verdade, o que fica é a certeza da superação e principalmente aquelas lições que sempre nos ensinam sobre a arte da convivência entre as pessoas..."
Vinte e Uma Marchas vai ladeira acima percorrendo um dos bairros mais charmosos do Rio de Janeiro: Santa Teresa.
No alto da região central da cidade, com acesso a nove bairros, Cosme Velho, Laranjeiras, Catete, Glória, Centro, Fátima, Rio Comprido, Catumbi e Tijuca, o bairro de Santa Teresa seduz como opção de moradia a elite carioca de escritores, artistas e amantes do seu “tom” de cidade do interior e suas riquezas arquitetônica e cultural.
Santa Teresa nasceu como bairro no século 17, com o nome de Morro do Desterro, em homenagem a um de seus primeiros moradores, Antonio Gomes do Desterro, que construir uma pequena capela no local.
Hoje, Santa Teresa conta com uma série de albergues e pequenas pousadas com "bed & breakfast", ideal para quem não quer gastar muito ao passar uns dias na cidade. Dentre os diversos pontos turísticos espalhados pelo bairro, visitamos aqui o Parque da Ruínas, com uma vista inigualável, tanto da baía como do Centro da Cidade.
Na foto, o Largo das Neves, com casarios de 1850 e a Igreja de Nossa Senhora das Neves, de 1860, além de mais uma série de bares muito concorridos. De noite, vale a pena degustar o caldo verde do Bar do Goyabeira, os sanduíches do Café das Neves ou os pastéis de camarão do Santa Saideira.
Se você for ciclista, além da disposição nas subidas, traga cuidado extra com os trilhos do bonde, são “tombo certo”! Porém, se você preferir subir o bairro de uma forma mais romântica e menos cansativa, é fácil.
O bonde sai do centro da cidade e segue sobre os Arcos da Lapa. O ponto de partida é a estação no Largo da Carioca, na Rua Lélio Gama, bem perto da sede da Petrobrás. O telefone para qualquer consulta é (21)2240-5709. São duas linhas que circulam por Santa Teresa, chamadas Paula Matos e Dois Irmãos, com intervalos de saída de 15 minutos. Tem ponto final no Largo das Neves, passando pelo Largo dos Guimarães.

























Agora que você viu que é possível, prepare-se, vale a pena.
Boas pedaladas. Até a próxima.
Depois de dois fins de semana parado, voltei com um passeio leve, pela orla, 40km ida e volta, média de 20 km/h, para soltar as articulações. Nada de interessante, até porque o tempo estava ruim e alguns posts abaixo tem o mesmo passeio em um dia de sol.
Falei aqui em esvaziar o pneu, porém, talvez, você me pergunte com quanto “encher” o pneu? Então vai uma dica de como calibrar o pneu da sua bicicleta:
Boas pedaladas e até o próximo passeio! Tomara que não chova.
Ciclista, pedestre ou motorista. Se não me engano, você faz parte de, no mínimo, uma dessas tribos. Por isso, acho interessante dividir algumas dicas, ou mesmo regras, para uma convivência tranqüila entre todos.
Permitido na Ciclovia – Andar a pé, somente nas pistas expressamente definidas como faixa compartilhada de ciclistas e pedestres; Correr e patinar, desde que não seja expressamente proibido e que se mantenham, na mão correta, alinhados à direita; Atravessar a pé nas faixas compartilhadas.
Proibido na Ciclovia - Entrar, circular ou estacionar com qualquer tipo de veículo motorizado. Excessões para as cadeiras de rodas motorizadas, ambulâncias, carros de polícia e defesa civil; Conduzir animais de qualquer espécie, salvo para travessia; Correr e patinar nas ciclovias no interior de túneis e onde esta proibição esteja expressamente sinalizada; Veículo de vendedor ambulante, motorizado ou não; Trafegar na contramão; Desrespeitar o sinal vermelho para ciclistas na faixa de pedestres; Caminhar no interior da pista, excetuando-se nos pontos de travessia de pedestres ou em trechos compartilhados; Realizar manobras perigosas, como empinar a bicicleta ou efetuar qualquer espécie de manobra acrobática.







Até o próximo passeio, até lá, compre seus equipamentos que ainda dá tempo de você vir junto!
Um abraço!
Domingo, quase sempre dia de passeio tranquilo. Um deles é conhecer a Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói. Um passeio muito bonito! O meu, sempre tem início na Tijuca, no Rio de Janeiro.
As Barcas S.A. não cobram o transporte de bicicleta aos sábados, domingos e feriados, o que garante uma travessia tranquila, bonita e econômica. São cerca de 20 minutos de passeio, dá para descansar e recuperar o fôlego, esteja você vindo de onde estiver.
A Fortaleza fica no bairro Jurujuba. É muito fácil ir até lá. Chegando a Niterói, na estação, pegue a direita e vá até o final, final mesmo, seguindo sempre pela orla. Você pedala olhando o mar praticamente em todo o trajeto. Leve água e principalmente câmera de ar reserva, no Domingo não tem borracheiros abertos no caminho.
estratégicos na época inicial de nossa história colonial, fazendo, junto com o Forte da Urca, um verdadeiro "portal" para quem quisesse entrar ou invadir a nossa baía.
Com uma área construída de mais de sete mil metros quadrados, a Fortaleza de Santa Cruz participou de momentos importantes da história do País, principalmente quando impediu tentativas de invasão por parte de franceses e holandeses.
Quando a gente ganha uma bicicleta pela primeira vez, ainda do Papai Noel, ninguém avisa que um dia vamos ter que subir uma ladeira ou, pior, uma parede. Quando você descobre que além de subir uma parede, você vai fazer isso por 3 horas e meia....
O caminho a partir dalí também é fantástico! Mata, pássaros, pequenos animais, cachoeiras, ar limpo, oxigênio puro, sombra, vento leve e a companhia de uma galera muito legal. 

